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quarta-feira, 17 de maio de 2006

A Descida


E assim me deu para cortar as asas
Cair por entre as nuvens
e o sangue que se escapa pelas veias
A boca...
esse alimento que me envenena
TU!!
vida de Inferno em que nada escapa
TU!!
que chegas com o frio,
que te aproximas no breu da noite
TU!!
que me tiras o brilho
Cega-me!
Fere-me e dita a sentença
Que é o poder de ser?
...
e é tão bom meditar sobre o lago escuro,
sentir a àgua fria
E que a alma não se toca
Antes fosse, esganava-a de fome
Entre três mundos em que terras não existem
Explorados são os servos dos sentimentos,
e nas suas lapelas tecem amores,
feitiços de Lua Nova.

2 comentários:

lamparina disse...

A noite chega de repente
Torna-se minha confidente
Minha amada
Envolvo-me com todos os seus súbditos
Torno-me um deles
Uma deusa sem vida
Mas, com olhar
Percorro todos os desvios da escuridão
Perco-me em alguns deles
Torno-me parte da terra
Deixando gotas do meu sangue
Deixando lágrimas percorrerem-me a face...

marseven disse...

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Cuidado com os teus pensamentos!
Eles transformam-se em palavras.
Cuidado com as tuas palavras!
Elas transformam-se em acções.
Cuidado com as tuas acções!
Elas transformam-se em hábitos.
Cuidados com os teus hábitos!
Eles transformam-se em carácter.
Cuidado com o teu carácter!
Ele controlará a tua vida.
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