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sábado, 17 de junho de 2006

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Pelo espelho vejo infindáveis memórias
Vejo-te consumir a tua própria alma
Lutar contra o que te rodeia
É um retrovisor
Um passado para o qual não quero mais voltar
Uma tempestade… daquelas bonitas
Onde os trovões são oxigénio que me fazem respirar
Onde a chuva fria se transforma em lágrimas
E onde o vento não me leva para lado nenhum…
Vou para o fim do autocarro
Espero a chegada à estação de saída
Sinto que saberei quando lá chegar…
E então vou levantar-me
Vou saber sair da porta

E… respirar!

by: lamparina

1 comentário:

Morgaine disse...

Não cheguei a tempo. Quando entrei já tinhas saído e o autocarro estava vazio. Mas o espelho estava embaciado, inexplicavelmente.