O Poder ganhou desculpas, esquecimentos, amarrotou-se na alma. Corrompido, comi e servi-me, olhando para a mentira insurrecta. Descolei as folhas, os sentidos, sentindo no outro sentido, mentindo fiz-me na cama, redonda, infinita. Comi, furando o que não queria, fazendo, operando maquinar, provectas mãos, macias, obsoletas para gritar. Resolvi prender, prendendo, prendendo-me, aprendendo a apreciar, em parcial, mantendo-me em gerúndio, sem fim possível. Desci, escorregando no limbo, sendo criança, infantil, pueril, aprazível, jovem de rosto pálido.
A Fraqueza teceu, remoendo conjuras, conluios, afluentes e influências. Morreu, ruindo em ruído, quebrou o enguiço, expectante criativo, olhou dizendo, foder com os dedos na boca, mordi. Freando a avalanche, brilhavam os olhos, cegando, querer-se mais além de dizer. Fez-se progressivo, evasivo, de estilo massivo, sem mundo, mais fundo. Junto, tocando, extraindo, extasiado objectivo, objecto adjectivado pela objectiva, tudo é adjecto de um dejecto pensamento. Por perto, tão singular, melhora-se a bondade, sem saudade, oferecida, criada, mantida sorridente. Satisfaz-se o Monstro, comendo mais, por trás, amarrotando toda a alma, sem calma, suando a noite. Arrefece, congela, perfurando, mais fundo, penetrando, para dentro, mais fundo, para dentro, mais fundo. Suporta, calada, gemendo, chora, querendo-te. Adoecido, apagando da memória vicissitudes, tremores, temores, rancores. Sabores insanos da mente, minto, montando, mantendo, sabendo a menta, dizendo que a mente mente, tão capaz, mentalizado mostro, mais isto, aquilo, e mais não sei.
O Outro Lado rasgou, calou-se e mordeu, esbanjou nexo, com sexo, ao inverso que queria, de dia, mantido em recato, pacato e tranquilo. Fez-se de mar, sem esperar a areia, de finas faianças, na dança, rebola a lágrima, roliça, vivaça e faustosa. De voz aguçada, esperada, velada, castiças maçãs, do rosto de Agosto passado, ao tempo, sem vento, nem lenço na despedida. Foi despido, marcado, usado, gostando, gastando a pele na pele, pela qual se paga o abuso, confuso, do meu, de outrem, deste prazer. Disse, murmurando, sussurrando bem quente, que me queria, que me cria bem dentro de si. De novo, como o dia.
A Fraqueza teceu, remoendo conjuras, conluios, afluentes e influências. Morreu, ruindo em ruído, quebrou o enguiço, expectante criativo, olhou dizendo, foder com os dedos na boca, mordi. Freando a avalanche, brilhavam os olhos, cegando, querer-se mais além de dizer. Fez-se progressivo, evasivo, de estilo massivo, sem mundo, mais fundo. Junto, tocando, extraindo, extasiado objectivo, objecto adjectivado pela objectiva, tudo é adjecto de um dejecto pensamento. Por perto, tão singular, melhora-se a bondade, sem saudade, oferecida, criada, mantida sorridente. Satisfaz-se o Monstro, comendo mais, por trás, amarrotando toda a alma, sem calma, suando a noite. Arrefece, congela, perfurando, mais fundo, penetrando, para dentro, mais fundo, para dentro, mais fundo. Suporta, calada, gemendo, chora, querendo-te. Adoecido, apagando da memória vicissitudes, tremores, temores, rancores. Sabores insanos da mente, minto, montando, mantendo, sabendo a menta, dizendo que a mente mente, tão capaz, mentalizado mostro, mais isto, aquilo, e mais não sei.
O Outro Lado rasgou, calou-se e mordeu, esbanjou nexo, com sexo, ao inverso que queria, de dia, mantido em recato, pacato e tranquilo. Fez-se de mar, sem esperar a areia, de finas faianças, na dança, rebola a lágrima, roliça, vivaça e faustosa. De voz aguçada, esperada, velada, castiças maçãs, do rosto de Agosto passado, ao tempo, sem vento, nem lenço na despedida. Foi despido, marcado, usado, gostando, gastando a pele na pele, pela qual se paga o abuso, confuso, do meu, de outrem, deste prazer. Disse, murmurando, sussurrando bem quente, que me queria, que me cria bem dentro de si. De novo, como o dia.