Menina Rosa, encantada dos ventos, perfumes escravos de sua pele madura. Dançante, vibrava nos sentidos comuns de quem a suspira, respira, morre a cada olhar.
Menina Rosa, que no seu perfil tangível ao sonho, sem rosto nem ordem, classificara o seu jeito aos feitos de alquimias perdidas.
Quem foi, de tanto desejo contido, sabido até vinte mil léguas no fundo de mim. Escondida na semblante aparência, ao pé que se entrega. Menina Rosa, ao seu peito regresso, na calma de noites veladas, sabidas, esperadas.
Desvanece a candura, a maldade contida de um pesadelo de pensar pior. Qualquer maneira que houvesse de materializar o cântico, ecoando na gruta criada a mãos de terracota.
Menina Rosa, sereia terrena. Agreste na espera pela morte em hino expedito. Queria a Mulher ser feita à sua imagem, seguindo os seus traços no deserto idealizado.
Menina esquecida, espinhosa, ténue visão nas cristalinas águas que lavam a fé. Levam-lhe as correntes para açudes, cidades e pontes. Verga o Sol à sua passagem, eclipsando a vida à sua ambígua negrura. Menina luar de Outono, que neste tempo preserva-se a condição de vida, aos preparos da intempérie.
Menina, menina vida sem nome. Chamo-lhe Rosa, rota de sedas imperiais. Transtornos nocturnos, mercantilizadas companhias de emotivas ideias. Chamo-lhe espelho meu, reflexo sintomático, sem silhuetas de recreativas movidas.
Ao virar da página, esquece o poeta que o mundo conspira contra o seu sono. Menina, terra de colheitas, saberes e sabores, no mundo interminável da minha cabeça. Poderia cortar os pulsos e esperar que as palavras surgissem por entre as linhas.
Menina mulher de tamanhos encantos, de tanta fina voz desejada em embalos. Embaraço ao que se destina, naquele tom de sorriso envergonhado, timidez enfeitiçada. Não teria uma boca melhor sentença, que o seu beijo tomado.
Menina, escolhida, prendada, tributo de oferenda à terra, olhos que falam ao coração. Voz que gera viver, escolher, dissertar magnânima soltura da sua cintura. A seus pés, toda uma vastidão a conhecer, nos campos que tudo nos são.
Menina carícia, solfejo lento, de mansinho, até ao vê-la raiar no horizonte. Menina Rosa, seus encantos esperados, aclamados, certas são as certezas que correspondido é este sentir de mais vidas a descortinar.
Menina, palco de vida, ostra azul do mar já conhecido. Areia de fina dança das marés. Quanto mais puder ver espraiar, dando alento ao seu vai e vem... e vai... e volta de novo, de rosto, de dor por mais a dizer deste modo, Menina.
Menina Rosa, que no seu perfil tangível ao sonho, sem rosto nem ordem, classificara o seu jeito aos feitos de alquimias perdidas.
Quem foi, de tanto desejo contido, sabido até vinte mil léguas no fundo de mim. Escondida na semblante aparência, ao pé que se entrega. Menina Rosa, ao seu peito regresso, na calma de noites veladas, sabidas, esperadas.
Desvanece a candura, a maldade contida de um pesadelo de pensar pior. Qualquer maneira que houvesse de materializar o cântico, ecoando na gruta criada a mãos de terracota.
Menina Rosa, sereia terrena. Agreste na espera pela morte em hino expedito. Queria a Mulher ser feita à sua imagem, seguindo os seus traços no deserto idealizado.
Menina esquecida, espinhosa, ténue visão nas cristalinas águas que lavam a fé. Levam-lhe as correntes para açudes, cidades e pontes. Verga o Sol à sua passagem, eclipsando a vida à sua ambígua negrura. Menina luar de Outono, que neste tempo preserva-se a condição de vida, aos preparos da intempérie.
Menina, menina vida sem nome. Chamo-lhe Rosa, rota de sedas imperiais. Transtornos nocturnos, mercantilizadas companhias de emotivas ideias. Chamo-lhe espelho meu, reflexo sintomático, sem silhuetas de recreativas movidas.
Ao virar da página, esquece o poeta que o mundo conspira contra o seu sono. Menina, terra de colheitas, saberes e sabores, no mundo interminável da minha cabeça. Poderia cortar os pulsos e esperar que as palavras surgissem por entre as linhas.
Menina mulher de tamanhos encantos, de tanta fina voz desejada em embalos. Embaraço ao que se destina, naquele tom de sorriso envergonhado, timidez enfeitiçada. Não teria uma boca melhor sentença, que o seu beijo tomado.
Menina, escolhida, prendada, tributo de oferenda à terra, olhos que falam ao coração. Voz que gera viver, escolher, dissertar magnânima soltura da sua cintura. A seus pés, toda uma vastidão a conhecer, nos campos que tudo nos são.
Menina carícia, solfejo lento, de mansinho, até ao vê-la raiar no horizonte. Menina Rosa, seus encantos esperados, aclamados, certas são as certezas que correspondido é este sentir de mais vidas a descortinar.
Menina, palco de vida, ostra azul do mar já conhecido. Areia de fina dança das marés. Quanto mais puder ver espraiar, dando alento ao seu vai e vem... e vai... e volta de novo, de rosto, de dor por mais a dizer deste modo, Menina.